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Treino Lagoa (Profs Eugênio, Luciana e David)
Dia: 26/11/2017 às 07h00m

   

LAGOA,  em frente ao Clube Caiçaras

Segunda a sexta - 6:30 às 9:00 h

Sábado - 7:00 às 10:00 h

 

LEBLON, final da ciclovia

Terça a Quinta - 19:30 às 22:00 h

Domingo 

Rodízio de local - 7:00 às 11:00h

 


Fórum FDV > Relato da maratona de Buenos Aires (1 respostas)

ricsarto escreveu: 10/11/2007 às 10h18m
Chegamos a Buenos Aires na quinta-feira, depois de um atribulado vôo com a GOL. Estávamos apenas eu e Alexandre e saímos do aeroporto direto para o hotel, em Recoleta. Lá, o táxi é barato e fomos conversando com o simpático taxista que nos informou que a auto-estrada em que estávamos passando de carro seria usada como percurso para a maratona, no domingo. Aparentemente o trajeto parecia ser realmente plano e asfaltado, como prometia a descrição da prova. Chegamos ao hotel depois de um bom congestionamento, assim como no Brasil, para não termos saudades.Nosso hotel ficava em uma área nobre e logo pudemos ver como a cidade portenha é rica e interessante. Muitos cafés, bares, lojas, avenidas largas, monumentos, cachorros e um povo animado e educado. Com todo este prognóstico, a maratona começava a prometer muito! À medida que os demais corredores da equipe iam chegando, alguns em nosso hotel, ou pelas redondezas, a tensão pela prova diminuía. Isso mesmo, você não leu errado! Diminuía porque o clima de amizade e as brincadeiras entre o grupo eram maiores que qualquer estresse pré-competição. Foi realmente muito divertido e não tenho palavras para representar este sentimento. Basta olhar os demais comentários no fórum e as fotos para vermos como foi maravilhoso este entrosamento. Às vezes, quase esquecíamos que estávamos ali para correr uma maratona! Chegou sexta-feira, o dia para retirarmos o kit da prova. Saímos do hotel quase as 10:00 e fomos em direção ao metro, que foi sugerido pela organização como meio de transporte. Caminhamos cerca de 20 min até uma entrada e tomamos um trem na linha D. Fomos até o ponto final e trocamos de linha, desta vez a E. Ainda bem que este meio de transporte de lá é bem organizado, pois conseguimos sem muito esforço nos deslocar por todo o emaranhado de linhas deste metro que é o mais antigo da América do Sul. Chegando ao final da linha E, teríamos um “transporte” até a feira de esportes onde era retirado o kit. Infelizmente não vimos qualquer referência ao transporte para a feira nesta saída. Perguntamos a um guarda e ele nos orientou a pegar um trem de superfície e saltar, mais uma vez, no ponto final. Parecia que não tinha mais fim esta viagem!! Ele ainda nos disse que deveríamos andar ainda mais quatro quarteirões para chegar ao Parque Rocca, o local da largada. Isso nos fez pensar como iríamos chegar lá antes das 7:30 no domingo...Bem, apesar da distância a viagem foi divertida e, mais uma vez, dou crédito a equipe que foi completamente relaxada e em alto astral por todo o percurso. Inclusive, faço aqui uma menção ao Aaron e sua esposa (acho que é assim que escreve). Este simpático corredor, que conhecemos na ida ao Parque Rocca, estava ali para correr sua 20ª maratona, sendo que sempre em uma cidade diferente. Abro aqui um parêntese para dizer que ele afirmou categoricamente que não deve faltar ao currículo de um corredor a maratona de Paris. Segundo ele você “corre através da história...”. Chegamos ao Parque depois da caminhada, que cá entre nós, era melhor e mais divertido ter ido correndo, mas quem iria se atrever? Lá a feira não era enorme como em outras grandes maratonas internacionais, mas adequada aos estimados 5000 corredores no domingo. A fila para retirada do kit era desanimadora e logo nos lembramos que ainda estávamos nas Américas... Desorganização a parte, conseguimos retirar nosso kit e visitar a feira. Deixamos nossa marca no mural dos atletas (veja nas fotos que deixamos no site) e compramos alguns itens interessantes que não vemos aqui pelo Brasil, como o porta-número, por exemplo. A camiseta da prova era simples e até mesmo decepcionante. E uma coisa inusitada veio junto com o kit; um garrafão de água! Neste instante surgiram indagações sobre o porquê disto. Será que não haveria água durante o percurso e por isso eles já estavam oferecendo?  Brincadeiras a parte deixamos o local por volta as 14:00 e, desta vez de táxi, porque de metro só chegaríamos no dia seguinte. Na viagem da volta conhecemos um simpático motorista, de uma espécie de van, que conseguia ser até mesmo mais barata que os táxis convencionais. Combinamos com ele e outros taxistas para no domingo nos levar ao local da largada. Foi uma boa decisão pois eles não atrasaram e fomos confortavelmente. Se dependêssemos do transporte oferecido pela prova não chegaríamos, já que este foi cancelado pela organização e avisado apenas pelo site. Segundo ponto negativo para a organização...O tradicional jantar de massas certamente não seria feito com os demais corredores que foram até Buenos Aires. Isso porque o local sugerido pela prova era no mesmo local de retirada do kit. Quem iria se atrever a voltar lá à noite?! Tanto foi verdade que depois fiquei sabendo que o jantar também foi cancelado. Fizemos nosso jantar de massa em um restaurante italiano ao clima de muita bagunça e diversão, onde todas as apostas foram confirmadas à mesa. A esta altura certa dose de preocupação começou a nos invadir, já que a ficha caiu definitivamente e percebemos que correríamos uma maratona no dia seguinte! O tempo estava estranho e a tarde ventou bastante; achávamos que cairia um toró. Mas nada disso aconteceu e quando acordamos no dia seguinte percebemos que havia mesmo era chegado uma frente fria. Muito fria por sinal e saímos do hotel com cerca de 7ºC. Quase igual ao Rio de Janeiro.... Fomos a largada com nossos hermanos taxistas e chegamos com folga, cerca de 7:00. Trinta minutos naquele frio iriam nos matar e logo nos acolhemos em um posto de conveniência. Dali, partimos para a largada e deixamos, infelizmente, nossos pertences no “guardarroupas” (tem uma foto aqui no site). Outro ponto negativo da organização, pois era no sistema pague para deixar suas coisas e reze para consegui-las de volta. Dada a largada lá fomos nós a luta em mais uma maratona. O clima entre os corredores era sensacional e o tempo que estava frio ajudava a proteger o corpo dos efeitos do superaquecimento, que tanto estamos acostumados aqui no Rio. A prova é totalmente feita na cidade e passamos por diversos locais famosos, como: a casa Rosada, o obelisco, a Praça de Mayo, Av. 9 de julio, o estádio do Boca, Puerto Madero, Rio de la Plata e terminando próximo ao estádio do River. Contudo, apesar de tantos lugares interessantes, na minha opinião, faltou um visual mais diversificado. Era entediante correr numa autopista e, apesar da beleza natural de correr ao lado do Rio de la Plata, o trajeto cansava. Senti a falta do apoio popular que tanto nos da força para continuarmos. Quando este aparecia era pequeno e pouco animado. Certamente isso acontece em parte por conta da falta de divulgação do evento na cidade. Durante toda a estadia em Buenos Aires só vi propagandas direcionadas a maratona no metro.O percurso era realmente quase todos plano, mas alguns trechos poderiam ser evitados, como os com trilho, terra, quebra-molas e com asfalto irregular e danificado. Um risco desnecessário para o corredor cansado ou desavisado. A hidratação a base de água e Gatorade, apesar de estar um pouco aguado em alguns momentos, foi perfeita. Esponjas com água também ajudaram em alguns momentos e vi quase todas as placas de marcação de km ou de milhas. Aparentemente estavam corretamente marcadas e ajudavam a manter o ritmo certo. Muitos fotógrafos registraram a corrida, mas graças ao Marcos e Dani Modiano, conseguimos boas fotos com nossas câmeras. Enfim terminamos! Mais uma maratona cumprida e esta com o sabor especial de termos feito em bom tempo. Muitos superaram suas marcas individuais e acredito que um dos grandes responsáveis tenha sido o clima espetacular. No final da prova fazia cerca de 15-18ºC. Excelente! A medalha era bonita e tivemos uma manhã gloriosa. Chegou o momento de relaxar e voltar para o hotel, mas... mais uma peça pregada pela organização. A prova terminava numa reserva ecológica e esta tinha apenas uma entrada e saída, por meio de uma estreita ponta. Cinco mil corredores cansados querendo sair ao mesmo tempo significava fila lenta. Felizmente saímos em clima de altíssimo humor e curtindo nossa vitória. Voltamos para o hotel e realizamos o almoço de comemoração. Foi uma bela prova, que não deve ser esquecida. A superação pessoal marcou este evento e, pela proximidade ao Brasil, torna o acesso muito fácil aos que quiserem experimentar. É uma prova que deve ser colocada no currículo, mas eu, particularmente, não pretendo repetir. Finalmente deixo aqui meus agradecimentos a esta divertida equipe da qual pude confraternizar neste poucos e memoráveis dias. Parabéns aos corredores que treinaram e participaram conosco de mais este evento, superando as adversidades do dia-a-dia para manter os treinos e a disciplina alimentar.  Deixo aqui, também, um agradecimento especial para os que não correram, mas que apoiaram a equipe. Obrigado! Que venham as próximas maratonas! Faca na caveira (novo grito de guerra da equipe)! Nos vemos nos treinos! Ricardo Sartorato
Resposta de: togo em 10/11/2007 às 15h48m

 

Quero compartilhar com os colegas da Equipe Filhos do Vento, e também agradecer aos professores ALEXANDRE e RICARDO, pelo desempenho no sucesso, de minha satisfação pessoal, quero  acreditar que seja dos colegas que buscam o mesmo objetivo.

 

Maratona é coisa de macho! é o que costumo ouvir, mais eu tenho alguma narrativa,  sobretudo de minha experiência na minha primeira maratona.

 

Tudo começa bem nos 10,11,12,15,18,20km, aquela festa nos pontos especiais com banda de música típica e até Tango, dar até vontade de tomar uma dose de vinho... Mais não é bem assim, Eu estava na  MARATON 04 NOV - AGENTINA 2007.

E vamos lá, passa por um, por outro FVD e finalmente  pelo LA BOCA, bairro boemio que ja visitei muitas vezes. Olha só que boemia!  Mais não é noturna!   Correr no cais do porto, para quem é saudosista é um prato cheio sobretudo ouvindo o vapor dos barcos. Passo  por algumas colegas Latinas com short curto! eu sou mais velho mais não estou morto!  Bom, tenho que correr....

Finalmente após alguns goles d´água (já que não pode ser vinho), eu vou seguindo, passando por uma Venezuela que me diz que eu sou o seu Guia (não pai de Santo), pois já  me acompanha a cerca de alguns kilometros, é mais uma emoção quer dizer motivação, mas ela estava melhor que eu pois conseguiu a partir dos 30km ficar na minha frente...

Finalmente após os 35km já com a vontade nefastica de desistir:  Vem a TROPA DE ELITE FEMENINA  DOS FILHOS DO VENTO.  Composta de MAGDA/CLAUDIA LACERDA E MARIA APARECIDA SETTA, que dizem e ai JOAO, Vamos !!!!

Uma nova força surgiu confesso que não foi física, até porque já estava pensando se eu havia guardado alguns PESOS ou DOLLARES, não sei daria para pegar um taxi pois minha cabeça não fazia calculos direito, onibus nem pensar,

e por outro lado não tinha ninguem me observando quer  um dos professores ou colegas, era mole ...era só sair. (prato cheio).

 

Bom mais continuei, chegando aos 40km, e como muito sacrificio finalmente aos

42KM em 4:04:32, Foi muita coisa. Muito obrigado aos colegas que fizeram com que eu relizasse este sonho muito utpópico mais possível para quem faz parte dos

FILHOS DO VENTO e tem o privilégio de ter colegas como voces.

 

MAGDA/CLAUDIA LACERDA/MARIA SETTA/ROBERTA QUINTÃO/PAULO VASCONCELOS e

FELIPE CAMARGO.

 

do Colega JOÃO EDVAR GOMES DOS SANTOS

  

 

 
 
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